Evitando falhas clínicas catastróficas por meio de padrões arquiteturais defensivos.
Loops de controle críticos devem ser separados física e logicamente da interface de usuário. Um travamento na GUI nunca deve impedir alarmes de emergência.
Máquinas de estados finitos que controlam hardware médico devem garantir que exceções não tratadas conduzam a estados inequivocamente seguros.